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Seleção Brasileira joga mal, abusa dos erros e fica no empate com Marrocos na estreia na Copa do Mundo
A Seleção Brasileira deixou uma imagem ruim na estreia da Copa do Mundo com o empate por 1 a 1 contra o Marrocos. A única boa notícia nesta ...
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sábado, 13 de junho de 2026
Seleção Brasileira joga mal, abusa dos erros e fica no empate com Marrocos na estreia na Copa do Mundo
Suíça domina partida, mas cede empate no fim de jogo diante do Catar em estreia na Copa do Mundo
Estados Unidos goleiam na estreia da Copa do Mundo e Paraguai segue com tabu
sexta-feira, 12 de junho de 2026
Anfitrião, Canadá busca empate com Bósnia e soma primeiro ponto em Copas
O Canadá estreou na Copa do Mundo de 2026 com um empate em 1 a 1 diante da Bósnia e Herzegovina, nesta sexta-feira (12), no Estádo de Toronto. Diante de uma recepção calorosa, a seleção da casa saiu atrás no placar e buscou a igualdade no segundo tempo, em partida válida pela primeira rodada do Grupo B.
Jovo Lukić abriu o placar para os bósnios aos 20 minutos do primeiro tempo, e Cyle Larin, que havia acabado de entrar em campo, empatou aos 33 da etapa final.
O resultado mantém o jejum canadense em Mundiais: em sete partidas disputadas, somando as edições de 1986, 2022 e 2026, a seleção ainda não venceu. O empate desta sexta, porém, rendeu ao país o primeiro ponto de sua história em Copas do Mundo.
Bósnia foi eficiente na pressão canadense
O Canadá dominou territorialmente o primeiro tempo, empurrado pela torcida em sua primeira Copa como anfitrião. Aos 39 minutos, a equipe já acumulava sete escanteios, mas esbarrava na marcação bósnia, que fechou os espaços e apostou nas bolas paradas.
A estratégia funcionou. Aos 20, em cobrança de escanteio fechada, Sead Kolašinac desviou na primeira trave, e Lukić apareceu no meio da área para completar: 1 a 0 — o primeiro gol da Bósnia em sua segunda participação em Copas do Mundo.
A melhor chance canadense da etapa veio com Jonathan David, que aproveitou sobra na área e parou em defesa do goleiro Nikola Vasilj.
Reserva de Dzeko marcou em estreia
Autor do gol bósnio, Lukić, de 27 anos, estreou em Copas do Mundo nesta sexta. Canhoto e com 1,90m, o atacante atua pelo Universitatea Cluj, da primeira divisão da Romênia, e herdou a vaga que costumava ser de Edin Dzeko — aos 40 anos, o maior ídolo da seleção começou no banco de reservas por opção tática do técnico Sergej Barbarez.
Capitão e maior artilheiro da história da Bósnia, Dzeko levou o país à sua primeira Copa, em 2014, no Brasil, e é tratado como símbolo de união nacional no pós-guerra.
Travessão, polêmica e empate no fim
O Canadá voltou melhor para o segundo tempo. Logo aos quatro minutos, o goleiro Vasilj atingiu o rosto de Oluwaseyi com as duas mãos em dividida na área, mas o árbitro argentino Facundo Tello mandou o jogo seguir, sem marcar pênalti.
Aos sete, Richie Laryea finalizou da entrada da área, a bola desviou em Kolašinac e explodiu no travessão. Na sequência, a Bósnia respondeu: Ermedin Demirović ficou cara a cara com o goleiro Maxime Crépeau, tentou o drible e desperdiçou. Aos 20, Nikola Katić salvou em cima da linha cabeçada de Oluwaseyi.
O empate nasceu do banco de reservas. Aos 33, Ismaël Koné fez jogada por dentro e acionou Promise David, que encontrou Cyle Larin livre. O camisa 9, em campo havia três minutos, finalizou para igualar o placar.
Primeiro confronto e regra nova em campo
A partida marcou o primeiro encontro entre Canadá e Bósnia e Herzegovina na história, em jogos oficiais ou amistosos. O duelo também registrou a aplicação da nova regra do arremesso lateral: aos 11 do segundo tempo, a Bósnia demorou mais de cinco segundos para repor a bola e perdeu a posse.
O Canadá, que disputa duas Copas consecutivas pela primeira vez, teve o desfalque de Alphonso Davies, em recuperação de lesão. O jogador do Bayern de Munique marcou o primeiro gol canadense em Mundiais, em 2022, contra a Croácia.
Suíça e Catar, os outros integrantes do Grupo B, se enfrentam neste sábado (13). A Bósnia volta a campo no dia 18 de junho, contra a Suíça, às 16h (de Brasília), em Los Angeles, e fecha a fase de grupos contra o Catar, no dia 24, em Seattle.
Ainda nesta sexta-feira, a seleção dos Estados Unidos faz sua estreia na Copa do Mundo de 2026 nesta sexta-feira (12), contra o Paraguai, às 22h (de Brasília), no Estádio de Los Angeles, em Inglewood, na Califórnia. A partida vale pela primeira rodada do Grupo D.
Do Portal CNN Brasil
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México vence África do Sul na abertura da Copa do Mundo e quebra tabu
A Copa do Mundo de 2026 começou com festa mexicana. Diante de 80.824 torcedores, o México venceu a África do Sul por 2 a 0 nesta quinta-feira (11), no Estádio Azteca, na Cidade do México, na partida de abertura da primeira edição do torneio disputada com 48 seleções.
Julián Quiñones, aos oito minutos do primeiro tempo, e Raúl Jiménez, aos 21 do segundo, marcaram os gols da equipe comandada por Javier Aguirre. A partida ainda teve três expulsões: Sithole e Zwane, pela África do Sul, e Montes, pelo México.
Com o resultado, o México venceu um jogo de abertura de Copa do Mundo pela primeira vez. A seleção, que abre o Mundial pela sexta vez, não havia vencido em nenhuma das cinco ocasiões anteriores: foram derrotas para França (1930), Brasil (1950) e Suécia (1958), além de empates com a União Soviética (1970) e com a própria África do Sul (2010).
Primeiro gol nasceu de erro na saída de bola
O México impôs seu ritmo desde o apito inicial, empurrado pela torcida, que gritava "olé" a cada troca de passes e vaiava a África do Sul sempre que os visitantes tinham a bola.
A pressão se converteu em gol cedo. Aos oito minutos, Sithole errou na saída de bola, Erik Lira desarmou e deixou Quiñones em condições de finalizar. O atacante chutou rasteiro, de dentro da área, e abriu o placar, garantindo o primeiro gol da Copa do Mundo de 2026.
O domínio mexicano se refletia nos números: aos 35 minutos, eram seis finalizações contra nenhuma da África do Sul, que só arriscou o primeiro chute aos 37, em cabeçada de Foster para fora.
O México ainda criou as melhores chances até o intervalo. Aos 41, Quiñones acertou o pé da trave esquerda, e o goleiro Williams defendeu toque de Raúl Jiménez na sequência. Nos acréscimos, Brian Gutiérrez, livre na área após passe de Quiñones, finalizou de raspão e desperdiçou a oportunidade de ampliar.
Expulsão abriu caminho para o segundo gol
A situação sul-africana se complicou logo aos quatro minutos da etapa final. Gutiérrez foi lançado, carregou até a entrada da área e sofreu falta de Sithole na meia-lua. O árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio aplicou o cartão vermelho direto ao volante, por interromper uma chance clara de gol.
Com um jogador a mais, o México ampliou aos 21 minutos. Quiñones acionou Alvarado pelo lado direito, o camisa 25 cruzou na segunda trave, e Raúl Jiménez cabeceou para baixo, sem chances para o goleiro: 2 a 0.
Wilton rouba a cena com fim de jogo avermelhado
Nos acréscimos, foi a vez de o México perder um atleta. Aos 46, o zagueiro Montes cometeu falta em disputa mano a mano, e o árbitro entendeu que o defensor interrompeu uma chance clara de gol, aplicando o terceiro vermelho direto do jogo.
Mesmo com a vantagem numérica reduzida, os mexicanos não foram ameaçados nos minutos finais. A partida, que se estendeu até os 52 do segundo tempo, terminou com ampla superioridade dos donos da casa nas finalizações: 16 a 4.
Brasileiro em campo, reedição de 2010 e sequência do Grupo A
A partida inaugural do Mundial teve comando brasileiro. Wilton Pereira Sampaio apitou o confronto, com Bruno Pires e Bruno Boschilia como assistentes. O VAR ficou a cargo do colombiano Nicolas Gallo.
O duelo repetiu a partida de abertura da Copa de 2010, disputada em Joanesburgo também em 11 de junho. Na ocasião, as seleções empataram em 1 a 1, com gols de Tshabalala e Rafa Márquez, hoje auxiliar técnico de Aguirre no México.
Do Portal CNN Brasil